Meu princípio número 1 em negociação
Resumo
Em uma frase
O princípio número 1 em negociação é entender a verdadeira necessidade da outra pessoa, não o que você quer vender.
O Princípio Fundamental
Antes de qualquer técnica de negociação, você precisa descobrir qual é a real necessidade da pessoa do outro lado da mesa. Muitas vezes, o que alguém pede não é exatamente o que precisa. Se você entra numa negociação pensando apenas no seu ganho, no dinheiro que quer fazer ou no contrato que precisa fechar, já começou errado.
Entender o Que Está Por Trás da Conversa
Uma boa negociação não começa tentando empurrar uma solução. Ela começa tentando descobrir o que realmente está motivando aquela pessoa. O apresentador conta um caso real com um cliente de patrimônio gigantesco (mais de R$ 100 milhões). Inicialmente, parecia que o cliente queria apenas contratar seus serviços de investimento, mas havia um obstáculo invisível:
O pai do cliente havia deixado um negócio para administrar. O cliente vendeu esse negócio após fracassar na gestão e perdeu dinheiro. Para fechar contrato com o apresentador, ele teria que aceitar, na sua mente, que não era um bom gestor e que havia perdido o legado do pai. Quanto mais o apresentador demonstrava sua competência, mais o cliente se afastava, porque isso reforçava a sensação de que o cliente era incompetente.
A Solução: Respeitar a Narrativa da Pessoa
Ao perceber isso, o apresentador mudou sua abordagem completamente. Em vez de fazer o investimento por conta própria, propôs que o cliente escolhesse os ativos dentro de uma seleção pré-definida. Dessa forma, o cliente poderia contar à família que tinha experiência em gestão e que suas escolhas estavam dando certo.
O cliente ficou extremamente feliz. Anos depois, em uma conversa informal, confessou: "Vocês fecharam comigo porque todos queriam me ouvir, e vocês me ouviram." O apresentador respondeu com sinceridade: "Eu não te ouvi porque você é louco. Aqueles investimentos que você me trouxe eram uma aberração." Mas continuou ajudando o cliente a realmente se tornar um bom investidor, enviando material de leitura, compartilhando livros e pedindo que assistisse aos cursos.
Segundo Caso: O Executivo com Metas Impossíveis
Outro exemplo prático: o apresentador estava negociando com um executivo de grande empresa que tinha metas de vendas impossíveis de bater. O mercado havia mudado, mas as metas permaneciam as mesmas. O executivo queria contratar publicidade que não resolveria o problema real.
Em vez de aceitar o contrato, o apresentador propôs apresentar ao chefe do executivo por que aquela meta não era alcançável. Dessa forma, o executivo não seria responsabilizado sozinho pelo fracasso. Ao envolver o superior, o apresentador removeu o risco pessoal do executivo e tornou a negociação segura para ele.
O apresentador apresentou uma tese mostrando que o mercado havia mudado, que o produto concorrente também havia caído em vendas, e que era necessário mudar de estratégia. Propôs vender dois produtos diferentes em vez de apenas um. O chefe aprovou, as metas foram batidas com o segundo produto, e no ano seguinte sua conta quase dobrou.
Aplicação Prática em Qualquer Área
O princípio funciona em qualquer contexto. Se você quer ser contratado como desenvolvedor de software, em vez de simplesmente dizer que está procurando emprego, ofereça-se para responder dúvidas de outras pessoas em fóruns ou comunidades. Quando as pessoas tirarem dúvidas com você, perceberão sua competência. Quando precisarem de ajuda no futuro, você já terá uma rede de contatos.
O Padrão Mental
Quando você entra numa relação comercial, não analise apenas o que a pessoa está dizendo. Tente descobrir a verdadeira necessidade dela. Faça perguntas: como está o caixa da empresa? O chefe está cobrando algo? Há um prazo apertado? Há uma questão de responsabilidade pessoal?
As pessoas estão sempre muito mais dispostas a ajudar do que parece. Ninguém sai de casa para não comprar. O problema é que aquilo que você está oferecendo não está atendendo o que a pessoa realmente precisa, sonha ou idealizou.
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Transcrição
Outro dia eu fiz um vídeo aqui muito
legal no canal, né, onde eu contei um
pouco da história da minha vida e eu
falei que eu sou um excelente negociador
e eu disse que poxa, eu cheguei onde eu
cheguei, principalmente pela minha
habilidade de negociar assuntos difíceis
e de fazer pessoas cederem em aspectos
que elas não cederiam, né? os homens
mais importantes do mundo, eh, eu
consigo com e eu vou tentar explicar
aqui a minha principal técnica de
negociação. Lembrando, né, eh, não tô
dizendo que ela é infalível ou sei lá o
quê, essas coisas que as pessoas falam,
é a forma como eu faço. Eu sou uma
pessoa muito específica, eu sou muito
duro no trato e eu não tenho uma técnica
de negociação muito de abaixar a cabeça,
não é meu modelo. Mas o que eu vou te
ensinar aqui, se você é empresário, se
você é vendedor, se você é qualquer
coisa, cara, isso aqui é é um acordo
muito [ __ ] Então vamos lá. A primeira
coisa dentro de uma negociação é
entender se você realmente tem alguma
coisa para oferecer para aquela pessoa.
Existe muitas vezes uma negociação onde
ela não é um jogo de ganha ganha, né? O
que que é isso, né? Pô, eu quero te
vender essa água, mas você não tá com
sede. Hum.
Esse cenário é um dos cenários mais
desafiadores possíveis de se negociar
qualquer coisa. E as pessoas muitas
vezes elas não entendem isso. Então a
primeira coisa que você precisa dentro
de uma negociação é entender qual que é
o objetivo daquela pessoa com essa
negociação, qual que é o sonho que ela
tá ali. Por exemplo, eu tava numa
conversa do outro dia com um cliente
muito estratégico, um cara que tem um
patrimônio gigantesco, mais de R$ 100
milhões deais.
>> [roncando]
>> E durante a nossa conversa, eu percebi
que ele não tinha dúvida que a UVP era o
melhor lugar para ele ter o patrimônio
dele. A única coisa que na cabeça dele
impedia ele de executar aquela
negociação, e isso ele não me disse,
ninguém fala esse tipo de coisa, era o
fato de que o pai dele tinha deixado
para ele, né, um negócio para
administrar, um negócio muito bem
sucedido.
Ele não era um gestor capaz. Ele vendeu
aquele negócio, ele teve um fracasso. E
ele não era também um bom gestor daquela
fortuna. Porque a história que ele
contou pra família dele, para se sentir
melhor, é nosso pai não entendia muito
bem de mercado, criou essa empresa, que
na verdade já deveria ter sido vendida
há muito tempo. Então eu vou ser o homem
que eu vou tomar a decisão que o nosso
pai não teve coragem de fazer, né? falou
com os irmãos, falou com a própria
família e tal, vendeu o negócio. Depois
ele percebeu que gerir patrimônio,
daquele também era dor de cabeça, ele
perdeu um pouco de dinheiro. E para ele
fechar comigo era de alguma forma na
cabeça dele aceitar que ele perdeu o
legado do pai dele e que ele não era um
bom gestor ali. Eu tô falando de algo
que aconteceu há muito tempo atrás, como
aquilo tava na mesa e eu percebi que
aquilo tava na mesa, era palpável, né?
Eu falei: "Cara, não tem como eu fechar
esse cliente, porque quanto mais eu
demonstrar para ele que eu sou bom, mais
eu perco ele." Então, quanto mais eu
demonstrar para ele que aqui a gente tem
capacidade, que aqui a gente tem os
melhores profissionais, menos ele vai
querer. Porque o que eu tô dizendo é
que, na verdade, ele é ruim, né? É por
isso que ele perdeu dinheiro, que ele
cometeu decisões erradas com dinheiro,
que ele tentou gerir e fez errado.
Naquele momento que me acendeu isso, eu
pensei: "Bom, então o que que ele quer?
Ele quer poder voltar pra família dele
contando que ele é um bom gestor,
que ele entende daquilo que tava
fazendo, que aquela foi a decisão
correta.
Vender o negócio não foi realmente uma
decisão que eu considerava incorreta. O
negócio tinha margens realmente
apertadas. Então eu falei para ele:
"Olha, a decisão de vender foi realmente
muito boa e tal. Eu vi que você tem
experiência com gestão. Que que eu
proponho? Em vez da gente fazer o
investimento por você? Eu proponho eh a
gente apresentar uma seleção, como você
tem experiência, você vai escolher
dentro dessa seleção proposta, eu vou
definir os percentuais e você
simplesmente escolhe os ativos que vão
ficar dentro da
carteira. Ele ficou feliz, gostou
demais. Soube que ele tinha conversado
com sei lá quantas pessoas. Ninguém
respeitou esse ponto de vista dele a
respeito daquilo. Então, na hora que ele
olhou a minha seleção, ela tava toda
montada para dar certo. Não tinha nada
ali que permitisse que ele fizesse um
investimento ruim. Ele escolheu as
opções, a gente alocou, acabou. A gente
já tem uma relação há mais de um ano,
ele ganhou dinheiro, obviamente tudo
ficou corrigido e ele, né, na época
ficou extremamente feliz com o
desempenho dele. Ele comemorava sempre,
olha, as minhas escolhas estão dando
certo e tal. Eu aceitei isso sempre. uma
vez a gente bêbado,
ele
me falou: "Eh, sabe por que eu acabei
fechando com vocês? Porque todos os
lugares ninguém queria me ouvir, né? E a
gente te ouviu." Eu falei: "Olha,
ninguém queria te ouvir porque você é
louco". Eu falei para ele já com
sinceridade, já tinha determinado nível
de intimidade. Falei: "Cara, você é
doido. Aqueles investimentos que você me
trouxe, eles eram uma aberração. Sei lá,
você tava com milhões dentro de Bentor
que pode de empresa perigosa que poderia
quebrar a qualquer momento e tal. a
gente gastou meses desfazendo sua
posição que tava toda incorreta e que
tava colocando seu patrimônio em risco.
Tanto é que você já tinha perdido um
percentual daquele patrimônio. E daí
ele, mas assim, por que que vocês me
ouviram então, né? Eu falei: "Eu não te
ouvi, eu entendi aquilo que você
precisava naquela negociação que era eh
se sentir bem". E depois disso, como era
aquilo que ele queria, eu continuei
mandando documentação para ele de
leitura, eu compartilhava livros com ele
e tal. Eh, eu fui ajudando ele a
realmente se tornar um bom investidor.
Então, foi muito tempo, né, fazendo ele
assistir as aulas. Eu pedi para ele uma
dica, nossa, eu falei: "Olha, como você
entende de investimento? Assiste a UVP,
me fala o que que você acha do curso ele
assistiu o curso inteiro, ele emitiu o
certificado e tal". Quando ele percebeu,
ele falou: "Cara, vocês são muito
fortes". E eu falei: "Cara, é isso, né?"
Então, o que que é? Eu entendi o que ele
precisava, né? e não o que que eu queria
vender para ele, porque se eu tivesse
vendido para ele o que eu trabalho
fazendo, ele não teria comprado. Então
aquele ponto é entender a necessidade da
pessoa muitas vezes é aquilo que faz
mais sentido, né? Quando você chega numa
mesa de venda, muitas vezes você tá mais
preocupado com aquilo que você vai
ganhar do que com aquilo que a pessoa
realmente quer dessa negociação. Então
esse é o primeiro passo para o fracasso
completo. Esse é um dos segredos mais
eficientes para você negociar. Outra
vez, por exemplo, para vocês entenderem
isso, eu tava conversando com o
executivo de uma grande empresa e os
executivos ali, eles têm meta para
bater, eles têm responsabilidade, ele
tem aquele monte de coisa. Ele era um
cara que tava extremamente confuso com o
momento do mercado. O mercado tinha
mudado aquele mercado que ele tava, ele
não funcionava mais da mesma forma, as
metas dele estavam incorretas e ele tava
tentando fechar comigo para poder
alavancar as vendas ali daquele produto,
né? Então ele queria me pagar um
contrato para fazer uma publicidade que
não resolveria o problema e ele ia ter
um problema mais grave. Sabendo que ele
tinha metas para apresentar com relação
às vendas e tal, eu falei com ele:
"Olha, eu tenho uma proposta diferente,
né? Eu acredito muito na sua na sua
capacidade aqui. Eu entendo tudo, mas eu
acho que eu não vou dar conta de
entregar essa meta aqui. Eu falei para
ele, ó, eu para mim a meta que que você
tá me passando aqui não é um problema
com o produto de vocês, não é um
problema com o seu departamento, não é
um problema com nada. Eu acredito que eu
não consigo atingir essa meta, mas eu
queria tentar, né, se você me permitir,
apresentar com você, pro seus
supervisores, o por que eu acho que eu
não dou conta, eu tenho uma ineficiência
aqui.
Ele não tinha saída. Ele sabia que se
ele não batesse aquela meta ali, ele
tinha um problema. Ele tava tendo a
chance de repactuar a meta dele com
alguém sendo responsável coletivamente e
não com decisão dele. Por quê? Eu
envolvi outra pessoa dentro da nossa
negociação que era o chefe dele, que ia
escutar da minha boca que eu não dava
conta de bater aquela meta. O chefe dele
poderia até dizer que prefere outro
fornecedor, mas ali naquele momento para
ele faria mais sentido tentar convencer
o chefe dele que eu era um bom
fornecedor, porque se eu fracassasse não
era ele que tinha fracassado.
Entramos na reunião, eu olhei o tamanho
das metas e tal e eu apresentei uma tese
muito específica, né? Olha, mas esse
produto na concorrência tal caiu a
venda. Como é que concr tá o carro vendo
tal, vocês estão mantendo a margem? Eu
acho aqui que na verdade a gente precisa
trocar de produto. Esse mercado ele tá
morrendo, tal. Eu não consigo bater essa
meta. Eu consigo vender X desse produto,
X desse outro produto aqui. E eu acho
que o departamento, inclusive, tá
fazendo um excelente trabalho e tal, mas
é impossível. É impossível aqui porque o
mercado virou, cara. Ficou me olhando,
né, tal, apresentei os slides, o
gráfico, tudo. O chefe dele, pô, vocês
são [ __ ] tal. Ele pegou e falou: "Raul,
tá fechado aqui duas vezes o orçamento.
Peguei o orçamento do produto, o outro
orçamento do produto, desloquei um
pouco, gastei mais dinheiro com o
segundo produto. Deu errado toda a meta
do primeiro, deu errado toda a meta. Eu
sabia que ia dar, mas eles bateram a
meta com aquele outro produto, ficaram
extremamente felizes. Aumentaram minha
conta no ano seguinte, eu era mexer com
publicidade, aumentaram minha conta no
ano seguinte, quase dobraram. Exatamente
porque eu tive a capacidade de ler o que
que ele precisava. Ele não tinha a
capacidade de me contratar sozinho. Ele
não podia tomar aquela decisão porque eu
colocava ele em risco. Então eu
controlei para ele o liability, eu tirei
a culpa dele e joguei para dentro de
mim, que para ele era ótimo, pro chefe
deles era ótimo. Eu fui tirando nas
camadas ali, né, aquele risco daquilo.
Então é assim que funciona quando você
entra na negociação decidido, né, a
fazer o que é melhor pro outro, tentando
enxergar esse cenário e se encaixando
dentro da história, acaba funcionando
melhor. Acho que muita gente fracassa
nesse ponto e é assim que eu consigo ir
bem, né? E aí, qual que é o ponto disso?
As pessoas estão sempre muito mais
dispostas a ajudar do que parece, estão
sempre muito interessadas em comprar
aquilo que é seu. Ninguém sai de casa,
entra numa loja para não comprar. É que
aquilo ali não tá atendendo aquilo que a
pessoa ou idealizou ou que ela sonhou ou
que ela precisa. Eu tava aqui falando,
por exemplo, a gente tem uma área aqui
dentro dessa comunidade, olha que
interessante, né? Isso aqui é o carreira
empreendedorismo, conselhos sinceros. E
aqui a gente tem uma área que as pessoas
podem publicar qualquer coisa. Olha como
normalmente as pessoas publicam, né?
Então as pessoas vê aqui e coloca aqui
matemática, dados, mercado financeiro,
que caminho seguir. Essa pessoa aqui vai
criar um tópico. Nada, nada de errado no
seu uso, né, Luiz? Então ele vai
simplesmente falar aqui o o problema que
ele tá e outras pessoas vão tentar
responder para ele o que que ele deveria
fazer e tal. Essa área aqui de carreira
empreendedorismo é uma área muito boa. A
gente tem áreas assim na comunidade lá
de empresário e tal. O que que eu sugeri
aqui, né, que foi uma negociação, olha o
tanto que o engajamento sobe, né? Eu
sugeria aqui que a pessoa abrisse um
quadro de perguntas e respostas onde ela
se oferecesse, na verdade, para
responder dúvidas de outras pessoas. Vai
chegar no mesmo resultado. Você às vezes
tá querendo ser contratado, você
demonstra conhecimento. Então, por
exemplo, em vez de você ir lá e falar:
"Nossa, eu sou um desenvolvedor de
software, ah, eu tô aqui precisando de
empregos". Você vai lá e falar: "Cara,
não, eu sou um desenvolvedor de
software. Se você tem alguma dúvida, me
pergunta que eu te respondo numa área
dessa daqui, o que que vai acontecer?"
Obviamente as pessoas vão vir aqui e
tirar a dúvida. E aí o que acontece?
Olha lá. Opa, fui obrigado a te chamar
no LinkedIn para trocarmos ideia. Muito
da hora a sua carreira. queria aprender
mais contigo. Beleza? Aqui esse cara
agora tá falando que ele tem 4 anos na
área, ele quer saber como evoluir. Esse
outro aqui, cada pessoa aqui vai tirar
uma dúvida com ele. Quando esse cara
precisar de um trabalho, qualquer
trabalho que seja, do jeito que ele se
apresentou aqui, contou, esse cara, ele
vai ter aqui uma lista de possíveis
clientes. Quando ele precisar de um
favor, de qualquer outro deve, quando
ele precisar contratar outro deve, ele
vai ter aqui uma lista de pessoas. Por
quê? Porque ele soube entender a
necessidade das pessoas, óbvio, de
maneira estimulada, porque eu ensinei
aqui, mas ele soube entender a
necessidade da outra pessoa. Então,
quando você entrar numa relação
comercial, não analisa nada do que a
pessoa tá dizendo. Tenta descobrir qual
que é a necessidade dela. Não, eu
preciso que o meu produto venda mais.
Tarará, tará, tudo bem. Como é que tá o
caixa da empresa? Não, o caixa da
empresa tá ruim, tarará. Ô, será que a
gente não consegue fazer diferente?
Veja, você tem que despender um dinheiro
para mim. Se eu colocar uma comissão
aqui em cima de cada unidade vendida,
não te alivia? Pô, fechou, chegou no
mesmo acordo. Ah, talvez até ganhando
mais. Ah, não. Eh, eu tô numa situação
aqui que, pô, meu chefe tá me cobrando,
tal, não tô dando conta de entregar essa
tarefa, tal. Se eu não entregar a tarefa
em tal dia, eu tô lascado. Beleza, tá?
Se eu entrego essa tarefa aqui para você
e adio, né, ganho um prazo aqui em cima,
será que a gente não consegue repactuar
esse acordo ou me dar um orçamento maior
e tal, tenta entender o que que se passa
na cabeça da pessoa e depois você parte
para esse momento. Então é isso. Eu sei
que eu não gosto de fazer esse tipo de
vídeo, né? Não é muito meia praia. Mas
eu sei que, poxa, parece que vocês
precisam desse tipo de conteúdo. Toda
vez que eu vejo os comentários desse
tipo de vídeo, vocês pô, parecem
realizados com aquilo que eu ensinei.
Então, eu vou me comprometer a fazer
mais conteúdo sobre isso. E eu
desenvolvi lá dentro da VP para além
dessas áreas. A gente desenvolveu agora
com a Bruna, ainda não tá pronto, tá em
gravação, mas pr as turmas que entrarem
agora vai tá pronto. Um treinamento de
carreira. E o detalhe, os melhores
alunos desse treinamento de carreira que
é online lá, né? Vai tá é o VP, você
vem, vai fazer o VP, vai assistir o
plano da escola para aprender a cuidar
bem do seu dinheiro, etc. Tem que
concluir o VP, é porta de entrada. Eu
não quero trocar ideia com quem não
entende de dinheiro. Depois você vai pra
carreira para aprender a ganhar mais.
Primeiro, cuidado aquilo que você já
tem. Segundo, vai pra carreira.
Treinamento curto, Cabrona vai fazer de
carreira. Ela é diretora de capital
humano da UVP. Cara, fod entende tudo de
tudo. E os melhores alunos que passarem
na prova dela, ela vai medir com a prova
lá, boas notas, tal. Os melhores alunos,
na opinião da Bruna, vão seguir pra
entrevista e aqueles que forem bem nessa
entrevista vão paraa Goiânia fazer um
treinamento comigo. Treinamento esse que
eu nunca fiz aberto esse ano. Talvez eu
faça ele cobrando rios de dinheiros a 30
pau, 40.000. O cara que fez a UVP vai
vir de graça, vai de graça para assistir
o treinamento presencialmente comigo.
Esse treinamento de carreira, explicando
essas coisas. Eu tenho muita coisa que
eu aprendi aqui. Eu estudei aqui agora,
né, naad. Tô aqui na França, gastei
centenas de milhares no treinamento full
com gente que deu aula em Harvard,
Warton, tudo quant é lugar. Já assisti a
aula em Warton Harvard, também fiz
outros cursos livres. Eu tô louco para
compartilhar esse conteúdo que eu tô
obtendo aqui. Eu acho que eu tenho como
fazer muitas empresas crescerem, tenho
como fazer muitas carreiras evoluírem.
Não é um conteúdo que eu quero vender,
um conteúdo sobre isso, eh, aberta assim
para qualquer pessoa. Então, por isso
que eu tô falando, os melhores alunos.
Eu quero dar aula para quem quer
estudar, né? Olha quantas barreiras, né?
Entrou na UVP, fez treinamento da Bruna,
tal. Vou dar essa aula aqui é porque não
dá para gravar. Isso é um conteúdo que
eu vou ter que falar muita coisa, então
vai ser muito legal. Se você quiser
participar da UVP para aprender a
investir, clica no botão fácil acionar
de perfil, preenche o questionário, você
vai fazer parte da nossa comunidade. A
gente tá trazendo muito conteúdo fora,
muita coisa fora do normal assim para
esse ano na UVP, só de atualização da
UVP, ó, mesmo você, né, que antigamente
queria só pelos investimentos ali, mesmo
você que antigamente já olhou o AVP e
hoje em dia não olha mais, olha isso
aqui. Isso aqui foram só as atualizações
de 2026, 40 novidades só em 2026. MVP,
ETF da VP, módulo analítica, carteira
recomendada, escola 100% regravada,
módulo bônus de criptomoeda, sistema de
indicação, novo cartão, tá tudo aqui,
tudo que tá em construção ainda, cara, é
muita coisa. Tem a lista completa aqui
de atividades, todo mês tem novidade na
AVP, tem nem como mais acompanhar isso
aqui. Então, assim, você que foi aluno
da AVP, vai lá, ativa o AVP sempre. Você
que nunca foi aluno, vira aluno, porque
se você ficar fora disso aqui, cara,
sinceramente, você tá aqui num produto
mais básico meu e ele já é [ __ ] Quem
assiste o canal sabe disso, compara com
outros canais da internet. A gente tá aí
há 7 anos produzindo, sem falhar nenhum
dia sobre todos os tipos de tema. E eu
só falo daquilo que eu entendo, daquilo
que eu estudei, daquilo que é [ __ ]
Então, se você tá fora da nossa
comunidade, está vacilando. Preenche o
questionário até o final, entra lá.
independente da sua idade, independente
do momento que você tá de vida, cara, é
[ __ ] Beijo para vocês. Tchau.
