Cortes de Halu Gamashi [OFICIAL]

Como os espíritos desencarnados em TERREMOTOS e outros desastres chegam no Plano Espiritual?

Cortes de Halu Gamashi [OFICIAL] 5,7 mil visualizações4101207/09/202615:03People & Blogs

Resumo


Em uma frase

Pessoas que desencarnaram em desastres climáticos chegam ao plano espiritual com diferentes níveis de consciência, alguns preparados e outros em negação ou confusão sobre o que aconteceu.

Como os espíritos desencarnados em desastres chegam ao plano espiritual

Existem basicamente dois cenários: aqueles que já estavam com a consciência desperta e preparada para a transição chegam tranquilamente, sabendo instantaneamente o que ocorreu e já começam a ajudar outras pessoas. Outros não percebem que desencarnaram, acham que estão presos, sequestrados ou vivendo uma guerra, especialmente se tinham medos ou traumas relacionados a essas situações. A compreensão da própria morte é muito mais lenta para alguns, podendo levar 20 ou 30 anos.

A preparação da alma faz toda a diferença

Uma senhora que desencarneu no terremoto na Venezuela relatou ter recebido um "saber instantâneo" no momento do desastre. Ela havia chamado as forças sutis do universo nas quais sempre acreditou e se viu imediatamente no plano espiritual, reconhecendo pessoas conhecidas. Sua consciência desperta permitiu que começasse a trabalhar acolhendo crianças e ajudando outras pessoas desorientadas logo após sua chegada.

O desafio da negação e confusão mental

Muitos espíritos chegam em perturbação mental, convencidos de que estão sequestrados, presos políticos ou internados em hospitais psiquiátricos. Um casal que desencarneu junto ilustra bem isso: a esposa reconheceu a realidade (viu seu corpo machucado, passou por um terremoto), mas o marido, que tinha medo de perseguições políticas, não reconhecia nem a própria esposa, insistindo que era um preso político. Os mentores trabalham pacientemente, despertando os chakras e ajudando essas pessoas a confrontar a realidade gradualmente.

O sofrimento não é físico, mas mental

A maioria do sofrimento que os desencarnados experimentam não tem relação com dor física, mas com a desorientação, a negação e a impossibilidade de aceitar o que aconteceu. Alguns vivem em loops, repetindo mentalmente o momento do desastre, como um efeito de repetição contínua na mente. Mentores ficam ao lado desses espíritos, enviando energia de cura, amor e fraternidade para diminuir o sofrimento.

Impacto nos vivos e a importância do trabalho espiritual

Quando espíritos desencarnados em desastres ficam desesperados e desorientados, essa perturbação afeta as pessoas vivas ligadas a eles por laços sanguíneos. Crianças e familiares podem desenvolver depressão ou outros problemas emocionais ao receber essa influência. Por isso, o trabalho de mentores e voluntários espirituais em ajudar esses desencarnados é fundamental, tanto para eles quanto para os vivos.

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Principais Pontos


Existem dois cenários principais de chegada ao plano espiritual após desastres: consciência desperta (transição tranquila) ou negação e confusão mental.

Uma senhora desencarnada no terremoto da Venezuela relatou ter tido um saber instantâneo sobre sua morte e começou a ajudar imediatamente outras pessoas e crianças.

Muitos espíritos acreditam estar sequestrados, presos políticos ou internados em hospitais psiquiátricos, especialmente se tinham medos ou traumas relacionados a essas situações em vida.

Um casal que desencarnou junto no terremoto ilustra a diferença: a esposa reconheceu gradualmente a realidade, mas o marido, com medo de perseguição política, não reconhecia nem a própria esposa.

A maior parte do sofrimento dos desencarnados não é física, mas mental: desorientação, negação e dificuldade de aceitar o que aconteceu.

Alguns espíritos ficam presos em loops mentais, revivendo repetidamente o momento do desastre, como um efeito de repetição contínua.

Mentores espirituais trabalham pacientemente despertando os chakras dos desencarnados confusos, ajudando-os a confrontar a realidade aos poucos.

A compreensão da própria morte pode demorar de 20 a 30 anos para alguns espíritos, dependendo do grau de negação.

A perturbação de espíritos desencarnados desesperados pode afetar familiares vivos ligados por laços sanguíneos, causando depressão, especialmente em crianças.

O comportamento de negação no plano espiritual é comparado à reação de familiares vivos que não conseguem aceitar a notícia de morte de um parente na cirurgia.

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Palavras-chaves


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Transcrição


As pessoas que estão no plano

espiritual,

elas já sabem que elas desencarnaram por

apocalipse,

que é uma outra característica, que são

os acidentes climáticos. Se você for

estudar os períodos de história do nosso

planeta, você vai ver que ciclicamente

nós vivemos uma uma

movimento assim, né, de dois em 2000

anos, a gente tá vivendo situações

extremamente complicadas. Então, como é

como é que eles chegam? Eles chegam

exatamente assim. Tem muitos que não

percebem que desencarnaram,

acham que estão presos.

Não, muitas vezes não registra que

aconteceu um terremoto, não é? Acha que

foi uma guerra, somente estamos no

momento de guerra. A Venezuela tava aí

passando por uma série de perseguições

dos países poderosos, né? Então, muitas

pessoas acharam que foi uma guerra, que

um país poderoso invadiu, não é? E que

pegou ele como refém, como preso

político,

eh, enfim.

E a gente tem que ter aquela maior

paciência com essas pessoas, porque elas

não eh elas estão administrando essa

experiência. Tem pessoas que não e até

ajudam.

Tem gente lá que veio junto na mesma

barca, tanto nas mortes por calor, como

por terremoto,

como por tsunamis, pequenos tsunamis que

houveram, não é? Que já estavam com a

alma preparada.

Eu tenho uma senhora que ela tá ajudando

bem o pessoal. Essa senhora foi,

passagem dela foi na Venezuela. Quando

ela sentiu o terremoto, ela falou: "Essa

eu conversei não foi nem que eu fui

pegar um relato, eu tava lá trabalhando,

eu tava lá ajudando, eu tava ali

colaborando com o que estava

acontecendo,

não é? E essa senhora ajudando ele,

disse: "A senhora não chegou agora

também?" Ela: "Cheguei, mas eu já tava

preparada". Na hora que aconteceu o

terremoto, eu sabia, fero assim

instantâneo,

instantâneo, que eu iria desencarnar,

que era o meu momento de ir e que eu e o

motivo da minha ida era para eu

colaborar com as pessoas que não estavam

preparadas para esse momento, não é?

Então, essa senhora tava lá trabalhando,

acolhendo crianças

e eu e ali você fica assim, eh,

grato,

você fica com coração grato. Eu agradeci

muito a Deus por estar vivenciando

aquilo, por escutar essa senhora que

desencarnou junto com o mesmo susto, com

o mesmo terremoto, mas que já estava com

nível de consciência desperto

e chegou sem nenhum sofrimento.

E ela falava isso pras pessoas e falava

e eu tava ouvindo, tava perto. Ela

dizia: "Eu soube um saber instantâneo."

Aí alguém perguntava: "Você ouviu alguma

voz?" Ela não não foi ou foi, mas foi um

saber que eu me preparei,

chamei as forças sutis do universo que

eu acredito, sempre acreditei e me vi

aqui e vi pessoas chegando, pessoas

inclusive conhecidas minhas, que eu já

socorri, porque eu tive esse encontro

com ela tem uns três dias, não é, que eu

tava lá trabalhando, eu tive esse

encontro com ela. Ela chegou desde o dia

24 de junho, segundo calendário

terrestre,

entendeu? E e logo na sequência ela já

estava trabalhando. E aí tinha um rapaz

que era uma coisa doida assim, ele fazia

e eu não tenho nada, eu não gosto de

política, eu não me meto em política, me

soltem, eu não posso ser prisioneiro de

guerra, eu trabalho para sustentar minha

família. E aí localizaram, olha que

coisa forte,

né? localizá a família dele, ele olhava

paraa esposa e a esposa

ainda não estava muito

eh, como é que eu vou dizer? Lidando bem

com as com a situação, como foi o caso

dessa senhora. Ela ainda tava se

sentindo muito perdida assim, mas ela

sabia que não tinha sido guerra, né? E

ela já tava questionando, fal assim, mas

não, mas onde onde é que eu tô, né? Ela

ela tava já ela já tava dando sinais que

não demoraria muito de

confrontar com a realidade.

Quando ela vê o marido, ela reconhece

ele, mas ele não reconhece ela,

não é? Isso pode acontecer, Lu? Pode.

Por isso que quando as pessoas me

perguntam assim,

alucando uma pessoa desencarna com

câncer,

quando chegar lá vai ficar como? É muito

difícil dar uma resposta genérica,

generalizada, porque cada um é um. Tô

falando para vocês aqui de um casal,

desencarnaram juntos, não é? e que ele

não reconhecia ela. Ela dizia: "Mas

fulano, sou eu, sou, você não tá me

reconhecendo, você não tá ele olhar,

fazer assim, não, eu sou um preso

político, minha esposa tá em casa me

esperando." Mas é dificuldade maior

ainda de confrontar. E ali na conversa

com ele, ela fazia assim:

"Mas que lugar é esse?

Esse lugar aqui não é mais na

terra. É

que eu sei pelo que eu passei. Eu passei

por um por um tsunami, eu vi meu corpo

machucado. Tsunami não, terremoto. Eu vi

meu corpo machucado. E aí o mentor falou

com ela: "Sim, mas mantenha calma agora

para você poder ajudar seu marido."

Eles fazem muito isso, porque numa da

pessoa ajudar outro, já vai buscar uma

força ali para ajudar o outro e essa

força serve para si também, para a

própria pessoa também. E ela falava com

ele, chamava pelo nome dele, ele dizia:

"Como você sabe meu nome? Eu sou um

preso político." E ela pegou quando

falou, né? Eu tava ali perto e ouvi.

Tudo que eu tô contando foi por estar

ali trabalhando e ouvindo o que um

dizia, o que outro dizia, né? E ela

falava isso, que ele tinha muito medo,

porque quando ele era mais jovem, ele

tinha participado de algumas coisas, de

encontros políticos

no no na Venezuela, lá no país dele, e

que depois ele começou a ficar com medo

quando começou a ter os atritos na

Venezuela, essas coisas que a gente vem

assistindo aí já desde a outra eleição,

desde 4 anos atrás, né? E ele abandonou,

ele não quis. Então, na hora que

aconteceu o trauma, o que é que ele

entendeu que aconteceu, né? veio naquilo

que ele tem medo. Isso é uma coisa mais

comum de acontecer,

entendeu? Pessoas que estão

que fazem uma síndrome de pânico, por

exemplo, o que acontece com o esposo

dessa essa moça é mais comum.

Digamos que a pessoa faz uma síndrome de

pânico e tá com medo de ser sequestrada,

ou porque acompanhou um sequestro,

porque um vizinho foi sequestrado e de

repente ela desencarna no acidente,

nãoé? Então, se essa coisa do medo do

sequestro tá muito presente, essa pessoa

vai achar que ela está ali sequestrada.

Eu mesmo já conversei, já já fui lá

trabalhar e ajudar pessoas que que

desencarnaram no acidente e e ficavam

nervosas porque elas achavam que estavam

sequestradas. E por mais que a gente

mostrasse assim, mas olha, você tá

solta, eu posso correr? Pode. Corria,

ia. Tá vendo? Não tem não, mas eu não

acho a saída disso aqui, né? E a pessoa

achar mesmo até que os mentores vão vai

devagarzinho, vai trabalhando nos

chakras, vai despertando.

A maioria do sofrimento que as pessoas

têm quando desencarnam não tem a ver com

dor física, não tem a ver com tem a ver

com não saber onde tá, não desconfiar,

não levar. Tem gente que leva 20, 30

anos para começar a admitir. É verdade o

que eu tô dizendo,

principalmente pessoas que são levadas

dentro desse contexto que nós estamos

falando aqui, não é? Acidentes

climáticos.

Um camarada que ele tá fazendo lá

aquelas ondas de Nazaré, pegando surf

daquilo ali, a gente tem necessidade

dessa adrenalina, né?

e tá ali, eles ele sabe que ele tá para

uma coisa só para outra. Agora, outra

coisa, você tá dentro de casa assim, um

terremoto em segundos,

ele já faz ali uma grande destruição, a

depender do do do quanto da força desse

terremoto, né? Um terremoto 7 pontos,

não sei quanto, como foi na na

Venezuela. Aquilo é questão de segundos

mesmo. Não dá muitas vezes para você o

que é isso? Que que já foi, que é isso?

O prédio já caiu, já foi,

entendeu? Então [limpando a garganta] se

a pessoa tem um nível de consciência

aceso, como é o caso dessa senhora que

tava ali ajudando, que eu falei, né?

Falei há momentos atrás,

é muito mais tranquilo.

É muito mais tranquilo que as pessoas

entem tá lá em cima não entra numa

tranquilidade, entra numa perturbação

mental ou que tá sequestrada ou que tá

sendo roubada ou que cadê, porque é que

eu tô aqui? Minha família me internou no

hospital psiquiátrico. Enquanto elas

estão nessa

nesse movimento, né, prejudica muitas

pessoas que estão encarnadas. Eu já

trabalhei muito com isso,

sabe, de desencarnar uma pessoa e um

neto, uma criança de 7 anos, de repente

fazer uma depressão

e eu i ver o que que tava por trás, né,

desse contexto. Tinha muitas vezes ali

um avô, um tio, alguém que estava muito

desesperado no plano espiritual e a

criança ali acabar receber essa

influência,

né, de nós aqui,

as pessoas que foram da nossa família,

ligação com sanguínea ainda de cordão

blicar, olha só, né?

foram lá para cima, se elas não estão

tranquilas de alguma forma, isso tira o

nosso sossego aqui. E aí ela sofre

porque é informada ela que o que ela tá

acontecendo tá deixando a família não

bem. Aí vai pro lugar da vítima. É, é, é

um tormento assistir e esse tormento que

eu vejo me dá força de no domingo à

noite tá aqui sentado olhando para vocês

e falando sobre isso. Tem um senhor que

ele vive, ele tá num looping,

né? Ele tá num looping, ele fica

repetindo assim. Isso, isso é terremoto.

E aí ele se balança, se balança, para,

daqui a pouco ele volta pro looping,

como sabe como se acontecendo um efeito

de repetição na cabeça dele. Imagina o

tormento que esse senhor não tá

passando. Ficam ali dois mentores de

junto dele assim, família, ó, vibrando,

não é? vibrando, mandando energia,

mandando energia de cura, mandando

energia de amor, de fraternidade,

para que esse senhor saia desse, para

tentar diminuir o sofrimento.

As pessoas, não é, não sei se você já

passou por uma experiência aqui de você

tá dizendo uma coisa pra pessoa, ela não

acreditar ou não ouviu o que você tá

falando. Não sei se já passou por isso.

Eu, por exemplo, já passei, sabe assim?

Olha, tá acontecendo isso. A pessoa,

hein, hein? Não, não, não, não tá. Eu já

conversei muito com médicos, já fiz três

cirurgia cardíaca e eu converso, gosto

muito de conversar com os médicos e

muitos me relataram, né, uma coisa

forte, né, para eles é isso, eles vão

dar notícia. Olha, operei sua pessoa e

tal, mas no meio da cirurgia, enfim,

fizemos tudo que pudemos e a pessoa não

resistiu. E aí a a a o familiar fala

assim: "E que horas eu posso ver?" Ele

já pode receber visita? Aí o médico

repete a história toda de novo. É como

eu estou lhe dizendo, essa pessoa, ela

não resistiu o seu parente, não, seu

esposo não resistiu, seu filho ou sua

mãe. Não tá, mas eu posso ir vê-la

agora. Ela pode receber visita, posso

conversar com ela. Que horas eu posso

conversar com ela? Até que o médico tem

que chegar e dizer assim: "Olha, por

favor, ouça o que eu tô falando. O seu

parente morreu".

Você

já viveu uma cena assim de pessoas que

ouve uma notícia e e não consegue

confrontar com a realidade, é a mesma

coisa que acontece no plano espiritual.

É a mesma coisa que acontece no plano

espiritual,

né, de pessoas não conseguirem sequer

ouvir.

E às vezes a fuga é tão grande, tão

intensa, que chega ao caso desse rapaz

que eu falei para você, que ele não

reconheceu a esposa dele. Os dois

desencarnaram juntos no mesmo lugar, na

mesma hora, no mesmo minuto.

E ele tava sentindo um preso político,

precisava ser solto, que a família dele

estava esperando ele em casa.

Não foi uma coisa fácil de entender

porque isto acontecia comigo.

>> Precisa saber dessas coisas. Olha, o que

eu tenho para dizer para vocês é o

seguinte: paranormal não é

entretenimento.

>> [música]